quarta-feira, 23 de março de 2011

Nunca vi mais gordo...

Para a nossa primeiríssima atividade, fomos incumbidos com a tarefa de refletir e descrever o que é ser um psicólogo escolar. Eis a descrição que me veio à mente, com minhas próprias palavras:

“Ser psicólogo escolar é estar atento às demandas educacionais e de aprendizagem de uma pessoa ou grupo de pessoas em contexto educacional (escola, faculdade, empresa, organização, etc), acolhendo-as e intervindo no sentido de promover mudanças (em nível individual, institucional ou social) que permitam o atendimento destas demandas, tendo em vista proporcionar uma melhor condição de aprendizado, bem como o bem estar da(s) pessoa(s) envolvida(s). O psicólogo escolar também precisa estar atento às demandas dos profissionais e educadores envolvidos no processo, desenvolvendo trabalhos com eles e se atentando para as mudanças necessárias para contemplar seus interesses e melhores condições para o seu trabalho.”




Texto redigido em 21/03/2011









Este foi apenas o primeiro memorial da disciplina. Vejamos como essa descrição, essa visão do psicólogo escolar muda ao longo das discussões e reflexões do curso.

terça-feira, 22 de março de 2011

Volta às Aulas

Dou início hoje ao meu blog/diário de bordo, e o faço (como sempre) atrasado.



O problema que mais me deteve foi saber como começar, como expor minhas idéias, o que considerar em minhas postagens, ou seja, o que seria relevante comunicar aqui. Decidi então que despejarei minhas idéias respeitando as demandas de minha mente-ser, registrando tudo o que der vontade (incluindo sentimentos) e, ao longo do processo, tentando lapidar as idéias brutas e transformá-las em reflexões mais profundas, ao longo do curso da disciplina e do amadurecimento de meus conhecimentos e pensamentos.



O outro obstáculo que encarei foi como estruturar essas idéias, como criar um meio de comunicação eficiente e que seguisse uma ordem cronológica constante. Descobri, considerando meu funcionamento e limitações, que uma solução perfeita jamais surgiria, e, portanto, optei por iniciar logo e contornar esse problema – ficar refletindo só me tomaria mais tempo, dificultando ainda mais a organização das idéias em uma sequência temporal, e eu não conseguiria expor/criar nada.



Optei por registrar as coisas que já escrevi com uma referência de quando as redigi, bem como utilizar (quando me for conveniente) a data das aulas referentes, para fins de localização de quem decidir passar os olhos por minhas reflexões. Dessa forma, não mais adio o início da atividade, e também respeito meu tempo próprio – pois nem tudo que eu quiser preparar e postar ficará pronto a tempo da aula seguinte.





Sem mais delongas, inauguro então o meu blog/diário, pedindo aos céus que dê certo!